domingo, 19 de setembro de 2010

Gorda 25/04/2007

ESTÁ CACHORRA LINDA AI EM CIMA É A GORDA!!!

Pra começar vou explicar primeiro o motivo da Gorda se chamar Gorda: é porque ela é Gorda!! Brincadeirinha com fundo de verdade!!! rsrsrs... A Gorda é pesada, por isso esse nome!! 
A Gorda é da minha irmã, pegamos de uma vizinha da minha vó, com 1 ano de idade, ela é uma mistura de "bassê" com "poodle".


Ela é super calma e muito medrosa, não pode ver vassoura, rodo ou pedaço de pau que sai correndo ou se falar alto também se esconde. Mas, hoje já está bem menos do que quando ela chegou aqui.
Ela não tinha tomado nenhuma das vacinas e seus pelos estavam secos.
Hoje, já esta com as vacinas em dia, o medo diminuiu, mas acredito que não vá sumir, mas pelo menos já diminuiu,


Ela tem o costume de parar do jeito que está ai em cima pra receber carinho ou de barriga pra baixo com as pernas traseiras abertas!!!! rsrs....



I LOVE YOU!!

LATIFA 12/11/2001

ESTA CACHORRA LINDA AI EM CIMA É A LATIFA!!

Bom, a Latifa é da minha mãe, nós temos ela deste dos 40 dias de vida, ela é vira-lata legítima, rsrs, eu tinha o pai dela que pegamos com 40 dias também, e ficou com a gente por 15 anos, só saiu daqui por que morreu de velhice.
 Ela é um dengo só, até uns 4 anos atrás era só ela e o pai dela no quintal, como cachorro faz "xixi" em todos os cantos ele acabava ficando a maior parte do tempo preso.
Ela ficava solta e até entrava dentro de casa.


Minha mãe teve depressão, e a Latifa a ajudou, ela é uma companheira para minha mãe, não queria que minha mãe ficasse abatida, ficava latindo para ela se levantar e para que a expressão de minha mãe melhorasse, onde nós vamos ela vai atrás, ela gosta de ficar no ambiente onde nós estamos, mas não passa disso.

 

Como a Latifa já está com quase 9 anos de idade, já começou a ficar um pouco mais centrada, não brinca tanto quanto antes, mas ainda é encrenqueira e chata como sempre !!!


Mas continua a companheira de sempre!!!!



I LOVE YOU!!!!

Meu querido vira-lata: mil e uma razão para adotar um cãozinho vira-latas


Espalhados pelas ruas e avenidas de cidades por todo o mundo, cães abandonados já fazem parte da paisagem urbana do século XXI.
Perambulando pelas ruas sem rumo esses baixinhos tem um único objetivo em comum: a sobrevivência.
Para quem tem animais de estimação, sabe que sua sobrevivência não se resume a moradia e alimentação. Amor, carinho e atenção são fundamentais para que esses pequenos sejam plenamente felizes.

origem do cão - (fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/caes/caes-1.php)

Cão (Canis familiaris), é um mamífero doméstico do qual existem diversas raças adestradas, como cães de guarda, policiais, pastores, de tiro, de caça e de luxo. Vivem aproximadamente até os 20 anos. Suas características são muito variadas, de modo que se tornou impossível descrever o cão.

Pré-História

Pinturas pré-históricas encontradas na Espanha demonstram que o cão era usado como animal de caça há cerca de 7 mil anos. O historiador Heródoto conta que, no Egito, quando morria um cão, o dono e sua família ficavam de luto. O cão é o mais antigo dos animais domésticos, e tem uma altura variável entre 20 cm (Chihuahua) e 1 metro (São-Bernardo). Pesa no mínimo 1.500 g e, no máximo, quase 100 kg.
Depois, ao longo dos séculos, especializou as raças nas funções mais diversas: para a guarda (o cão tem uma aguda noção de território), a vigilância de rebanhos, a participação em diferentes modalidades de caça, a tração de trenós, a orientação de cegos, as competições (corridas de galgos) ou simplesmente para fazer companhia ao dono.
O cães aprendem a nadar, a dar saltos, a aproximar-se de uma presa em silêncio, a identificar um cheiro determinado, etc.

Dentes

Todos cães tem algo em comum entre todas as raças, a mesma fórmula dentária, que têm 42 dentes, 12 incisivos, 4 caninos, 16 pré-molares e 10 molares. Os dentes caninos mais agudos e mais fortes nos canídeos selvagens aferram a presa; os molares servem para cortar a carne.

Pernas

Os canídeos andam sobre as pontas dos dedos. As patas anteriores possuem cinco dedos e as posteriores, quatro. Todos terminam em unhas muito fortes, que não se retraem, ocultando-se, como as dos gatos.

Pertencentes à família dos Canídeos

A família dos canídeos é bem variada, pertencem animais ferozes como o lobo ou o dingo, astutos como a raposa e o animal mais fiel ao homem: o cão.
Veja alguns exemplares dos canídeos mais comuns, além do cão: o Chacal, o Coiote, o Lobo, o Dingo, a Raposa, o Feneco e a Hiena. Acredita-se que o cão descenda do lobo e do chacal, espécies com as quais é capaz de cruzar-se perfeitamente. Da raposa, a distância que o separa é maior.

Reprodução

A reprodução do cão é rápida, com 2 meses de gestação, seis semanas de amamentação, dentição definitiva aos cinco meses e maturidade sexual com um ano (dois períodos fecundos por ano, geralmente em Janeiro e Agosto).
Pode-se chamar o indivíduo da espécie Canis familiaris (FILO : Chordata ; Classe : Mammalia ; Ordem : Carnivora ; Família Canidae) de cão ou cachorro. A palavra "cão" é tida como mais polida, sempre sendo usada nas publicações científicas.

Origem dos cachorros atuais

De onde vieram os cachorros?
Alguns pesquisadores acreditam que todos eles tiveram um mesmo ancestral comum, um canídeo (membro da família do cão) já extinto. Outros afirmam que várias espécies de canídeos, com tipos físicos diferentes, deram origem aos cachorros modernos.
Nesse caso, não haveria apenas um ancestral para eles, mas três ou quatro, sendo estes diferentes entre si, como um lobo é diferente de um coiote, por exemplo.
Os cachorros possuem 39 pares de cromossomos. Com essa matéria prima genética os humanos foram selecionando os cruzamentos iniciando o processo de formação das raças.


Crânios de algumas raças caninas

Embora não se saiba exatamente qual foi o "avô" dos cachorros de hoje, sabe-se que sua estrutura social é muito semelhante a dos lobos atuais. Os cachorros estabelecem relações hierárquicas e se empenham muito para conseguir posições de liderança uns sobre os outros.
Embora seja algo dirigido para seus semelhantes, isso também ocorre na sua relação com humanos, embora em menor escala. Por isso, para conviver harmonicamente com esses animais, entender esta sua característica é fundamental.
Os cachorros expressam suas vontades e sentimentos através de vários modos : produzem sons com significados específicos (grunhir, latir, rosnar...) e adotam posturas corporais também carregadas de significados. Apesar da grande variação de tamanho e forma entre as várias raças, a linguagem corporal de todas elas é a mesma, embora um Rotweiller não consiga expressar seus sentimentos através da cauda simplesmente porque ela é amputada.
O formato das orelhas também é muito diferente (imagine e orelha de um Cocker Spaniel e a de um Pastor Alemão), mas a maneira como os músculos trabalham na formação da expressão facial do cachorro é a mesma.
Vocalizações variam de raça para raça, embora algumas sejam universais para todas elas, tais como um ganido de dor, por exemplo.

Esqueleto de Dachshund Esqueleto de Dachshund (note os membros locomotores encurtados).

Informações sobre os dentes

Os cachorros possuem 42 dentes definitivos, sendo 12 incisivos, 4 caninos, 16 pré-molares e 10 molares. Nos filhotes, os dentes nascem ao redor dos vinte dias de vida, começando a aparecer na parte da frente da boca para trás. São os dentes-de-leite, que possuem pontas afiadas que arranham nossa pele e destroem nossos móveis e objetos. Ao redor do quarto mês de vida, esses dentes caem, dando lugar aos dentes definitivos, que têm as bordas mais rombudas e são mais resistentes em sua estrutura geral.
Os dentes molares e pré-molares, que ficam nas laterais e fundo da boca são usados para quebrar ossos, e o fazem com eficiência. Muitas vezes, principalmente nas raças pequenas, o canino de leite não cai quando deveria, e sua raiz, bastante longa, fica ao lado da raiz do dente definitivo.
Nesses casos, recomenda-se a extração por veterinário, pois, além do aspecto estético há também um grande acúmulo de alimento entre os dois dentes. A melhor idade para fazer esse procedimento é a de seis meses de vida.

Tártaro canino

Os dentes ficam propícios a acumular tártaro à medida que o indivíduo fica mais velho. A progressão do problema leva à inflamações gengivais, proliferação bacteriana, problemas nos ossos onde os dentes estão implantados, amolecimento dos dentes e muito provavelmente dor (indicada pela dificuldade em se alimentar em casos avançados).
O mal-hálito é um problema sempre presente em um cachorro com tártaro. Há um risco de infecções provocadas por bactérias vindas da boca em outros pontos do organismo, como as válvulas cardíacas, ou rins, por exemplo.
Cães menores têm mais tártaro do que os maiores e o hábito de roer ossos em estado natural (não me refiro a palitos ou ossinhos de couro bovino) pode manter os dentes limpos e sem acúmulo de placas do tártaro (repare na boca dos cachorros que vivem no interior com acesso a ossos e compare-a com a dos que vivem na cidade e comem apenas ração). Escovar os dentes dos cachorros todos os dias previne o tártaro, desde que ele já não esteja instalado, pois o tártaro é difícil de remover, salvo pelos métodos de extração usados pelos veterinários. Feita a limpeza pode-se tentar a escovação para evitar que o processo se repita.
Também se pode avaliar qual tamanho e tipo de osso natural poderia ser oferecido para que sirva como uma medida de profilaxia contra o tártaro sem representar risco. Biscoitos não retiram o tártaro.

Um pouco de História

Acompanhando os grupos humanos desde tempos imemoriais, o cachorro foi o animal doméstico que mais assimilou o humano como parte da sua família. Isso fez dele uma proteção contra outros animais ou seres humanos estranhos. A função de sentinela é bem realizada por praticamente qualquer cachorro, parece ser nata para todas as raças. Mas é claro que nem tudo são flores, e a presença dos cachorros também provocou e provoca problemas sérios. É um tema difícil. Humanos amam e odeiam os cachorros, em proporções variáveis, e há razões plausíveis para ambos sentimentos.
Há mais ou menos quinhentos anos, quando os espanhóis chegaram à América, encontraram um cão, que vivia em estado selvagem e que não possuía pêlos no corpo, a não ser pequenos tufos na cabeça. A população o tinha como um ser místico, que era muito homenageado através de esculturas e pinturas. Também servia de alimento, pois se comia sua carne. Este animal curioso era chamado pelo impronunciável nome "Xoloitzcuintle" (também conhecido por Sholo). Hoje a raça ainda existe, mas é bastante rara.


Este é um jarro moldado na forma do "Sholo"
feito pela Civilização Colima, entre 100 AC e 250 DC

Origens e história do cão

Os cientistas concordam que o cão doméstico surgiu do lobo e que é uma variedade ou sub-raça deste, haja vista o nome científico do lobo Canis lupus e do cão Canis lupus familiaris.
As origens do surgimento do cão doméstico se baseiam em suposições, por se tratar de ocorrências de dezenas de milhares de anos atrás. Uma das teorias é a de que os cães domésticos surgiram há 100.000 anos atrás por seleção artificial de filhotes de lobos cinzentos que viviam em volta dos acampamentos humanos pré-históricos, se alimentando de restos de alimentos ou carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores.
Os seres humanos perceberam que havia certos lobos que se aproximavam mais do que os outros e reconheceram certa utilidade nisso, pois eles davam alarme da presença de outros animais selvagens, como outros lobos ou grandes felinos. Eventualmente, alguns filhotes foram capturados e levados para esses acampamentos humanos, na tentativa de serem criados ou domesticados.
Com o passar do tempo, os animais que, ao atingirem a fase adulta, se mostravam ferozes, não aceitando a presença humana, eram descartados ou impedidos de se acasalar. Desse modo, ao longo do tempo, houve uma seleção de animais dóceis, tolerantes e obedientes ao ser humano, aos quais era permitido o acasalamento e que, quando adultos, eram de grande utilidade, auxiliando na caça e na guarda do acampamento. Isso levou eventualmente à criação dos cães domésticos.
Desse modo, postula-se que muitas das características dos cães, como lealdade ao dono, instinto territorial e de caça, foram herdados do lobo. Postula-se também que a importância do cão para o ser humano seja muito maior do que imaginamos. Ou seja, com o mesmo auxiliando a caça e vigiando acampamentos, o ser humano teve oportunidade de desenvolver a fala e superar o robusto homem de neandertal
Os cães aparecem em pinturas pré-históricas de cavernas por volta de 4.500 a.C., em representações de caçadas. Nessa época foi encontrado também o cabo de uma faca entalhado com o desenho de um cão usando coleira.
Na Mitologia egípcia do Antigo Egito, os cães também eram mumificados para representação de Deuses. Neith, esposa de Rá, é a deusa da caça que abre os caminhos, que tem por animal sagrado o cão.
As diferenças de tamanho entre as raças já eram aparentes há mais de nove mil anos e, na época do Império Romano, as principais raças atuais já tinham sua estrutura definida. Foram encontradas placas nas casas de Pompéia, com a inscrição cave canem (cuidado com o cachorro), obviando que cães eram utilizados por aquele povo como guardiões.
Desde a idade média a imagem do cão encontrou lugar de destaque nos brasões de grandes famílias e também na heráldica.

Os sentidos dos cães

Os cães são da família dos canídeos, que possuem um dos animais mais temidos do mundo, os lobos. Essa família de predadores possuem sentidos apurados para captura de presas.

Olfato

Com 30 vezes mais tecidos sensoriais olfativos do que o ser humano, essa capacidade olfativa permite que sejam adestrados para encontrarem inúmeras coisas, como drogas, vazamento de gás, minas terrestres e pessoas soterradas.

Audição

Os cães ouvem sons quatro vezes mais distantes do que o ser humano, além de ouvirem ultra-sons de até 60 Khz, inaudíveis aos seres humanos, que só escutam até 20 Khz.

Visão

A visão noturna dos cães é muito melhor que a dos humanos. Seu ângulo de visão também é mais amplo, devido aos olhos estarem ao lado da cabeça. Os cães não enxergam a cor verde.

Curiosidades

A raça de cão mais alta é o Dogue alemão, cuja estatura deve ser em torno de 90 cm a um metro.
A raça de cão mais pesada é o Mastiff inglês, chegando facilmente a mais de 110 kg.
A menor raça de cão de guarda é o Pinscher Miniatura.
A menor raça de cães do mundo é o Chihuahua.
"De todos os animais que conhecemos é o cachorro o que mais se uniu a nós. Sejam príncipes que lhe dão farta comida e leito de plumas, ou mendigos que dormem ao relento e só podem oferecer-lhe uma pequena parte das suas próprias migalhas, idêntica é a sua afeição e dedicação, e com igual amor lambe a mão ornada de jóias e os dedos trêmulos, consumidos de doenças e fome." (Théo Gygas, em "O cão em Nossa Casa")
O DNA do lobo e do cão diferem em apenas um por cento. Apesar dessa diferença mínima, o tratamento do ser humano com esses dois seres vivos é muito distinto. Enquanto a população de cães acompanha de certo modo o aumento da população humana, os lobos estão ameaçados de extinção pelo abate ilegal e diminuição do habitat.

Lobo cinzento, de onde provavelmente originaram as mais de 400 raças caninas. Por ironia do destino está ameaçado de extinção


Boxer



Dálmata



Rottweiler



Pastor Alemão



Cocker Spaniel, filhote de 3 meses.

Cães famosos

Ao longo da História da Humanidade, muitos cães vieram a ter destaque por ações heróicas, como exemplo de fidelidade aos donos ou mesmo a fama por figurar na mídia.
Dentre os cães mais famosos, contam-se:
Barney - scottish terrier de George W. Bush;
Blondi - cadela pastor alemão de Adolf Hitler;
Fala - animal de estimação de Franklin Roosevelt;
Laika - cadela vira-latas russa, primeiro ser vivo a entrar em órbita espacial.
Moose - cachorro ator norte-americano;
Pickles - cão que desvendou o desaparecimento da Taça Jules Rimet, na Inglaterra, em 1966;

Mitologia

Cérbero - cão monstruoso, com três cabeças, da mitologia greco-romana.
Fenrir - Um enorme lobo negro, filho do deus Loki, na mitologia celta.
Skoll - Filho de Fenrir, que perseguia o sol para destrui-lo. mitologia celta.
Hati - Filha de Fenrir, que perseguia a lua para destrui-la. mitologia celta

Na ficção

A ficção produziu inúmeros cães, que povoam desde a literatura, o cinema e os quadrinhos. Dentre eles:
Bidu - o cão azul criado por Mauricio de Sousa;
Canino - o pacato amigo do gigante Rúbeo Hagrid, na série Harry Potter;
Samba - personagem da escritora Maria José Dupré;
Idéiafix - minúsculo companheiro do Obelix;
Lassie - cadela da raça Collie (na verdade um macho) que protagonizava seriado de televisão e estrelou, em 1943, um filme ao lado de Elizabeth Taylor;
Lobo - um pastor alemão, e inseparável companheiro de inspetor Carlos, em O Vigilante Rodoviário, seriado brasileiro da década de 1960.
Milu - companheiro de aventuras do Tintim;
Rin Tin Tin - cão da raça pastor alemão que estrelou a popular série de televisão dos anos 60, As aventuras de Rin Tin Tin;
Snoopy - cão da raça beagle, personagem da história em quadrinhos Peanuts, criado por Charles Schulz.
Totó - cão da série fictícia de o Mágico de Oz, do escritor norte-americano, L. Frank Baum - e que popularizou de tal forma este nome que ele praticamente é sinônimo deste animal.